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... três ...

31.03.13

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I want to be the coffee bean!

19.03.13

Grandmother says... Carrots, Eggs, or Coffee; "Which are you?"

A young woman went to her grandmother and told her about her life and how things were so hard for her. She did not know how she was going to make it and wanted to give up. She was tired of fighting and struggling. It seemed as one problem was solved a new one arose.

Her grandmother took her to the kitchen. She filled three pots with water. In the first, she placed carrots, in the second she placed eggs and the last she placed ground coffee beans. She let them sit and boil without saying a word.

In about twenty minutes she turned off the burners. She fished the carrots out and placed them in a bowl. She pulled the eggs out and placed them in a bowl. Then she ladled the coffee out and placed it in a bowl. Turning to her granddaughter, she asked, "Tell me what do you see?"

"Carrots, eggs, and coffee," she replied.

She brought her closer and asked her to feel the carrots. She did and noted that they got soft.She then asked her to take an egg and break it.

After pulling off the shell, she observed the hard-boiled egg.

Finally, she asked her to sip the coffee. The granddaughter smiled, as she tasted its rich aroma. The granddaughter then asked. "What's the point,grandmother?"

Her grandmother explained that each of these objects had faced the same adversity--boiling water--but each reacted differently.

The carrot went in strong, hard and unrelenting. However after being subjected to the boiling water, it softened and became weak. The egg had been fragile. Its thin outer shell had protected its liquid interior. But, after sitting through the boiling water, its inside became hardened.

The ground coffee beans were unique, however. After they were in the boiling water they had changed the water.

"Which are you?" she asked her granddaughter.

"When adversity knocks on your door, how do you respond? Are you a carrot, an egg, or a coffee bean?"

Think of this: Which am I?

Am I the carrot that seems strong, but with pain and adversity, do I wilt and become soft and lose my strength?

Am I the egg that starts with a malleable heart, but changes with the heat? Did I have a fluid spirit, but after a death, a breakup, a financial hardship or some other trial, have I become hardened and stiff?

Does my shell look the same, but on the inside am I bitter and tough with a stiff spirit and a hardened heart?

Or am I like the coffee bean? The bean actually changes the hot water, the very circumstance that brings the pain. When the water gets hot, it releases the fragrance and flavor. If you are like the bean, when things are at their worst, you get better and change the situation around you.

When the hours are the darkest and trials are their greatest do you elevate to another level?

---AUTHOR UNKNOWN —

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being compassionate

18.03.13

When in doubt about what to do, I always ask myself what the most humane response is that I can have. Then, I do it.

 

 

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trust me!

12.03.13

 

Por vezes, mais vezes do que parece possível, dizemos ou, pior ainda, escrevemos tudo aquilo que precisamos de ler mas, ironia do destino, não damos por isso! Quando alguém escreve coisas como “concordei em confiar” está na cara que lá no fundo não confia. Mas, em vez de parar para se reler, interiorizando o sentido das palavras escritas, ficamos presos à ideia, neste caso, de algo como: “Aceitaste, não quiseste dar parte de fraca, agora tens que levar isto até ao fim”. O que pode ser de louvar em muitas circunstâncias. NUNCA quando se trata de confiar! Como é possível alguém “concordar em confiar”?! Confiar é uma coisa que vem lá do fundo! Que nos é tão natural como reter a respiração! Nós, à partida, desconfiamos! Analisamos, perscrutamos e depois, se tivermos bases para isso, avançamos! E isto é assim desde que somos crianças! Aliás, as crianças que nós já fomos avaliavam muito melhor pessoas e situações do que os adultos em que nos tornámos. Sim, estavam livres do peso da experiência….e isso por acaso é algo que abone a nosso favor? Não, pois não? Se em crianças sabíamos fazer tão bem e ao longo da vida tivemos tantas oportunidades de aprender…devíamos ter aprendido. Ter aprendido entre outras coisas que, chegado ao ponto em que a criança, depois de uma avaliação cuidadosa decide depositar confiança em alguém, não o faz concordando de mau grado com algo que lhe está a ser pedido por alguém! Podem vir pais, avós, a família inteira; quando a criança decide que “não gosta” de alguém, nada a faz mudar de ideias! A não ser, por vezes, o tempo e, mesmo assim, será sempre uma relação cordial e jamais uma relação do coração! Concordar em confiar são dois-terços-de-caminho-andados para a tristeza e a desilusão. Se não é de coração, se não é lá do fundo fundo, se requer esforço, provavelmente não é o que devia ser. Não sei grande coisa, tanto assim é que a vida ultimamente se tem encarregado de me ensinar uma série delas da pior maneira e no entanto sei que fazer o que quer que seja que não envolva os cem por cento do coração ou que nos deixe com um por cento de dúvidas ou incerteza é a receita perfeita para o descalabro. Sobretudo se envolve pessoas de quem gostamos. Seja ele muito, mais ou menos.   

 

 

imagem: idlehearts.com

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You must!

25.02.13

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respons ability

17.02.13

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If you want peace of mind ...

26.01.13

 

"Don't let negative and toxic people rent space in your head.  

  Raise the rent and kick them out! "

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sobre estados de alma e outras insignificâncias... :)

"If you are lucky enough to find a way of life that you love you have to find the courage to live it."
John Irving



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No luxury and no comfort, no delight and no pleasure, no new liberty and no new discovery, no praise and no flattery, which we may enjoy on our journey, will mean anything to us if we have forgotten the purpose of our travels, and the end of our labours (Isaiah Berlin)

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