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summery

15.03.14

há coisa melhor do que estes dias em que se tem o calor e leveza do verão seguidos da frescura da brisa vespertina que nos faz querer recolher e aconchegar? haver haver, até há....são dias idênticos, durante o Outono! 

 

 

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adiar - a dia - ar

22.01.14

tudo faz sentido em conjunto e em separado. é uma coisa que fazemos porque sim, porque não apetece, passa a oportunidade, deixa de ser importante, deixa de fazer sentido ou apenas para nos permitir respirar, encher o peito de ar e seguir. ou então é defeito mesmo e aí...pouco haverá a fazer. tenho por hábito adiar algumas tarefas, como limpar as caixas de entrada de e-mail e outras, com a desculpa de que quero ler antes de apagar. na realidade, só acabo por ter muito mais trabalho mais tarde porque na maioria das vezes, já nada do que deixei por ler me interessa quando lá chego...no entanto, há excepções. 

 

a 9 de novembro de 2012 escrevi a seguinte nota: sobre a generosidade, a gratidão, a solidariedade e outras coisas menores. lembro-me perfeitamente da ironia do meu sorriso ao escrever estas últimas palavras. na linha seguinte tenho: a educação, o respeito, a mentira e a lealdade. a amizade e os afectos. nunca cheguei a escrever sobre todas estas coisas como tinha pensado fazer. hoje, vá-se lá saber porquê, resolvi limpar várias coisas, papelada, tralha de todos os géneros, e também o bloco-notas do iPhone. hoje, também ao encontrar esta nota, a mais antiga de todas, lembrei-me da importância da lealdade e de como sou leal a pessoas que o não têm sido comigo. o que me leva a falar de educação, de respeito e também de uma outra coisa: valores. 

 

mas voltando a esta coisa da lealdade, que só por si já dava para um tratado, tenho a dizer que não compreendo que alguém que um dia dissemos amar, com quem partilhámos a vida por algum tempo, alguém que nos fez sorrir, rir, sonhar e é certo, também chorar, deixe um dia de merecer a nossa lealdade. se não a pessoa em si e tal como é hoje ou como age no presente, acho que devemos ser leais ao que foi a nossa vida em comum, curta ou nem tanto assim, mais ou menos íntima e jamais atirar voluntariamente para a lama a pessoa, seja em que circunstâncias for. reconhecer os defeitos da pessoa não implica nem que ela seja de repente um inimigo a abater nem sequer um inimigo. passou pela nossa vida, por momentos viveu connosco e, para mim, destratar essa pessoa, por mais que possa agir ou ter agido mal, é destratar aquilo que, a determinada altura, escolhemos viver com ela. 

 

tenho muito pouco de santa, mas acredito ser boa pessoa. não no sentido poético e patético da boazinha. mas acredito que há sempre muitas coisas boas nas pessoas, mesmo nas que apenas mostraram o seu pior ou trouxeram ao de cima o nosso pior ao passar pelas nossas vidas. isto é fruto, também da educação. da educação emocional. que não se faz com palmadas, castigos e recompensas mas pelo exemplo. felizmente, tenho e sempre tive à minha volta bons exemplos de gente sólida e ainda assim meiga, forte e ainda assim frágil, franca e por isso mesmo, doce. 

 

amigos e amigas passaram pela minha vida, namorados, marido, companheiro. entraram, iluminaram por momentos o meu caminho, partilharam o meu caminho de maneiras várias e saíram. de outras vidas, eu saí. todos foram importantes e por todos tenho um carinho especial. às vezes com saudades de quem não vejo há muito, outras vezes com compaixão, outras ainda com sentimentos que ainda me fazem cerrar os dentes e de que não me orgulho tanto assim, vou-me lembrando. e, quanto mais o tempo passa, mais ficam apenas os sorrisos e os abraços, os beijos, as ternuras, coisas boas, muito boas, que acarinho e espero nunca esquecer. 

 

e hoje, mais de um ano depois de ter decidido falar de generosidade, gratidão, solidariedade, educação, respeito, mentira, lealdade, afectos amizade e outras coisas menores, acho que consegui. se bem que falte dizer muito! tanto tanto, aliás! sou grata por todas as pessoas que entraram na minha vida até agora, por saber o que é  a lealdade, a amizade, o respeito e a generosidade ainda que muitas vezes tenha tido que provar ( e ver) os contrários para saber definir todas estas palavras e sentir tudo aquilo de que hoje sou capaz! 

 

 

 

 

a imagem é daqui e o texto que a acompanha vale muito a pena ser lido (está in english, of course). 

 

 

 

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outono...das cores, dos cheiros, dos primeiros arrepios...

28.10.13

hoje tenho frio! tenho frio como há muito não tinha. um frio que me gela as mãos e me faz ter vontade de voltar logo para casa. mas gosto destes dias. entre o sol e a chuva, serenos, práticos. servem para nos lembrarmos que há mais na vida do que os dias descomplicados do verão. servem para nos recolhermos, em todos os sentidos da palavra, descansar, levar a vida mais devagar e mais para dentro. eu sou, como já devem ter reparado, uma digna filha do outono. das cores que prefiro usar ao prazer com que vivo o recolhimento da minha casa, no meu sítio, no meu espaço. não deixo de certa maneira de ser, ainda à imagem do outono, de vez em quando uma explosão. não será de cores, mas... :-)

 

gosto, gosto muito destes dias e destes meses. das mantinhas quentes e lindas, das chávenas sempre cheias de chá. das mil e uma receitas de bolos saborosos para o lanche, das compotas, dos pratos de cores vivas e sabores fortes desta estação. gosto da cozinha, de cozinhar, de alquimia, quer se trate de comer, de beber, de... gosto das tardes divertidas, dos sorrisos da minha cirança, dos dois animais travessos lá de casa, que são afinal, à imagem dos humanos que por lá vivem também, seres calmos e felizes. gosto de ter chegado a este outono com a consciência plena que, se abri mão do que quer que seja, foi em prol disto, desta harmonia, desta felicidade, de estar a construir, ao meu tempo, o nosso lar.  

 

há momentos que não têm preço, por muito que se queira pôr preço a tudo na vida. há sorrisos e silêncios e momentos de perfeita cúmplicidade que valem só por si todo o resto desta (já?) longa caminhada, todas as curvas, as ruas sem saída, todas as encruzilhadas. há AMOR. sem o qual tudo é apenas nada. 

 

   

 

 

 

 

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loving

02.09.13

neste tempo verbal inglês que tanto me apraz, que identifica aquela coisa que se está fazendo, se vai fazendo, que estamos a fazer agora...não se trata de amar abstractamente alguém, não. é estar, neste momento exacto a amar e dando já a indicação de que se vai continuar a fazê-lo, mesmo sem prazo...

se há gente que não saber fazer isso (amar) senão aos gritos, que não sabe dizer quero-te e preciso de ti senão com palavras horríveis e acusações infundadas, se há gente que não sabe de todo compreender, aceitar e assumir que gosta que aquele alguém goste dele(a), se há gente que em vez de acarinhar quem lhe quer bem bate, briga, grita e afasta a pontapé, que tem que transformar a outra pessoa (que se afasta porque não aguenta mais a pancada) na pior pessoa à face da terra, para conseguir conviver com o facto de essa pessoa já não fazer parte da sua vida e procurar outros caminhos...

há por outro lado gente que, com todos os factos na mesa, nos olha nos olhos e diz: "mesmo assim, eu quero ser responsável pelo teu sorriso" é impossível, quando se lida ainda, por vezes muito mal, com quem apenas nos pretende provocar dor e lágrimas (se não sabe fazer de outra maneira já não interessa, se fosse importante já tinha procurado aprender!) e nem percebemos já o porquê, não sentir por esta pessoa, esta, que nos quer fazer sorrir, uma ternura especial e profunda. se é amor? não, ainda não. se é bom? só quem passou por uma tremenda tempestade, tão grande que quase lhe roubou a vida, valoriza a calma (quase) permanente, agradecendo diariamente a calmaria...sim, é bom.   

é muito bom descobrir pessoas com quem partilhamos interesses e descobrimos coisas novas. é bom ter vontade de aprender o outro. se esse outro nos faz sorrir, é melhor, se nos faz rir à gargalhada, o resto do mundo até pode andar a fazer o pino...because...

 

 

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the longest road

19.08.13

the longest and the hardest one. it will only and always be the way to actually learn. as in make it a part of you, not only know about it. 

 

sim, é isto. isto e aprender com os outros. há uns anos atrás, creio que já comentei isto neste blog, fiquei muito zangada com um amigo que me disse que sozinha aprendia mal. ele tinha razão. mas eu também. ele tinha razão porque, como me explicou mais tarde, somos seres interdependentes e querer fazer tudo sozinhos só aumenta a dificuldade do caminho. e...eu também tinha razão, porque, por mais voltas que se dê à vida, as nossas mágoas, alegrias e tristezas, por mais que partilhadas, explicadas e vividas ao lado de alguém, são única e exclusivamente nossas. ninguém as sente como nós, ninguém as racionaliza como nós. porque nós somos únicos. uma amálgama de tudo aquilo que já vivemos, sonhámos, desejámos e até, perdemos! 

 

tenho andando às voltas com uma série de questões, e tinha chegado a uma espécie de conclusão. entre outras coisas descobri que estava errada. (CLARO!!!!! lá haverá maneira de eu algum dia estar certa?!?). persistia numa situação, em querer determinadas coisas daquela maneira e pura e simplesmente não me apercebia de algumas outras. é sim, sim, é isso. como aquilo que dizem dos burros, só sabem fazer um caminho....pois eu também só sei fazer um caminho. digo, sei fazer vários, felizmente, mas emburriquei! só fazia sempre o mesmo caminho. e acreditem ou não, até sou uma mulher com capacidades para chegar ao mesmo local fazendo vários caminhos. pior! quando por exemplo o meu filho mudou de escola, não descansei enquanto não aprendi 4 ou 5 maneiras diferentes de lá chegar. mas, noutras coisas da vida, pareço ter ficado, a certa altura, paralisada. completamente incapaz de ver. cega!

 

bom, este post é uma espécie de mea culpa, é verdade, mas também tenho que dizer o seguinte: não vi porque ainda não tinha chegado o momento de ver. de ter a paz de espirito e o recuo suficientes para ver. embrenhada que estava a ver outras coisas não menos importantes. poderia ser muito mais clara, usar um vocabulário mais rico e específico...pois podia. mas não o faço propositadamente. no entanto, vi muitas coisas, sofri com elas, olhei para elas de mais longe, consegui afastar-me delas e perceber não só que aconteciam, de maneira independente de mim, mas também porque aconteciam. e então, achei que tinha obrigação de resolver isso! (Estão a ver como consigo ser mais clara??!) :-)

 

agora, acho que tenho apenas uma coisa a fazer: o meu caminho até ao fim. sim, isso, o meu. desenganem-se, não o vou fazer sozinha! mas percebi finalmente que mudando (aquela minha atitude, que afinal tenho e não quero confessar, aquele pre-conceito que digo não ter, etc, etc, etc...) chegarei lá. isto não quer dizer que desista de nada! antes pelo contrário, quer dizer que estou a abrir outros caminhos para chegar ao mesmo objectivo. ah! haja gente casmurra! ou então haja sentimentos que vêm tão lá de dentro e são de tal forma profundos que nos é mais fácil mudar a nossa forma de encarar o mundo do que apagá-los! sim, mudar o que pode ser mudado, aceitar o que não pode... parece frase-feita, não é? e é. mas isto é parte, e apenas parte do caminho,do meu caminho. 

 

não fui nada clara e tenho no entanto a certeza que este é um daqueles textos que vos farão pensar profudamente em algumas coisas vossas. será por alguma razão. tal como será por alguma razão que me preparo para dar uma volta tremenda à minha vida profissional! uma volta de tal ordem grande que serei obrigada a escolher entre mim e o mundo! digam lá que eu não gosto de desafios?! que gosto é da vida fácil e tal e de ter tudo arrumadinho sempre, de emprego certinho e tal e de ter uma vidinha tradicionalmente arrumada! eu não! eu coloco logo as coisas ao nível cosmico, qual escolher entre o emprego da direita e o emprego da esquerda! venham desafios dignos desse nome!

 

 

eu sou é maluca, isso é que é! mas sou uma maluca feliz! uma maluca feliz e, devo dizer-vos, quando olho para mim, que gosto muito de quem vejo. tem defeitos? bué!!!!!! tem consciência deles? cada vez mais! e todos os dias faz o que pode para ser melhor, ainda que quase nada, que no anterior. e depois há aqueles dias em que não faço nada disso e querem saber que mais? it also feels damn good! e nesses dias, naqueles em que me deixo levar em vez de guiar o barco, aqueles que são como domingos à tarde...pasmem-se: também gosto muito de mim!  

 

 

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assertividade

14.08.13

 

 

1. vem de “ASSERO” que significa afirmar. Atenção! Afirmar não é acertar! Portanto, não se trata de acertar, mas de saber se firmar e afirmar. “ O meu espaço vital é o espaço mínimo necessário para que eu me sinta feliz”. A Assertividade é a arte de defender o meu espaço vital sem recuar e sem agredir. Ser assertivo é ser pacífico sem ser passivo. Colocar o que pensa respeitando a opinião do outro.

 

2. Capacidade de dizer o que pensa, no momento certo, sem ofender, magoar ou agredir quem o ouve. Capacidade de intervir adequadamente numa situação que pode levar a conflito, evitando-o. 


(definições livres do dicionário informal)


e todos nós fazemos isto, todos os dias. ou a maioria de nós. sim, nem todos temos a calma e o conhecimento necessários para isto. para gerir a vida, todas as partes da vida, um degrau acima. ou um degrau ao lado, pouco importa, importa sim que quero dizer de um patamar diferente, de um lugar onde se olha para as coisas, se sentem e vêm as coisas e se age em vez de se reagir. 


reagir, nem sempre será a melhor das coisas a fazer, sobretudo porque, regra geral, reagimos mal. fruto da vida, do passado, das experiências, a nossa reação será sempre fundada naquela experiência (pode ser única) que correu mal e não nas (muitas vezes repetidas) que correram bem. porquê? não sei. talvez seja um reflexo de auto-defesa. em caso de dúvida, atacamos logo e começamos a resolver o assunto. ou então...complicamo-lo!  tratando-se de alguém que nos é próximo a reacção será certametne exagerada, desproporcional e terá resultados diametralmente opostos aos que pretendiamos, se é que pretendíamos o que quer que seja (quem reage não pensa). e passamos a ter duas situações distintas, que se vão enrolar uma na outra e intricar-se de tal maneira que acabarão por se tornar um novelo de diz-que-disse e mal-entendidos que só um santo terá paciência para desenrolar.... (pois, pois!) 


a questão incial, fosse qual fosse, fica camuflada sob a segunda (a reacção despropositada -ou não) e, o novelo começa a crescer. alimenta-se das dúvidas, que já não se vão esclarecer, dizendo que é para não complicar mais, das incertezas, de todas as inseguranças que, de repente, se alinham à nossa frente e formam a linha avançada do inimigo....inimigo??? oh sim! inimigo!!!! a partir do momento em que nos sentimos tremer o outro passa a ser o inimigo. importa lá saber se trememos porque as nossas fundações não eram sólidas ou porque ele lhes bateu com demasiada força?! a única coisa que importa é que ali, à nossa frente, está o nosso maior inimigo neste momento! e é para a-ba-ter! isto é válido seja ele/ela o nosso patrão, superior, director, colega, mãe, filha, prima ou companheiro/companheira. sobretudo se for o nosso companheiro(a). 


onde raios entra a assertividade nesta converseta toda, miúda?


aqui. há um ponto, chamado de não-retorno, de que todos temos noção. temos, ou deveríamos ter. eu, por exemplo, tenho a noção clara de que passo facilmente deste ponto. nem sempre, e sobretudo não com o objectivo de magoar ou atacar, mas, presa às minhas próprias falhas, lanço-me numa torrente de palavras, dizendo o que quero e o que não quero. porquê? porque muitas vezes estou a reagir às palavras, à luz das minhas experiências passadas, sem ter noção de que as circunstâncias mudaram e logo a minha maneira de (re)agir também deverá mudar. como diz alguém que conheço, o problema não é o erro, é a falta de consciência do erro. então, eu tenho tendência para cometer o erro de ser precipitada nas respostas que dou a assuntos que me são trazidos de maneira inesperada e, com isso, perco a capacidade de ver as várias prespectivas da situação e de agir(assertividade) em vez de reagir(agressividade). 


tendo esta noção, já consigo dizer (sim, aprendi estalando os dedos!): "neste momento não estou preparada para esta conversa. podemos por favor falar deste assunto tal dia, a tal hora?" se a outra pessoa concordar, tudo bem. faço o melhor que sei e posso durante esse tempo para ver a questão de todos os lados, prismas, angulos, o que lhe queiram chamar. tenho também consciência de que durante esse lapso de tempo, algumas questões relacionadas com o assunto se esvaem, não eram afinal tão importantes assim, enquanto outras crescem e se posicionam de maneira diferente. aliado a isto, conisgo perceber que também a outra pessoa, fruto das suas próprias experiências e do conhecimento das minhas reações(no passado) me traz o assunto da maneira que lhe pode parecer a melhor para não me atacar e eu sinto-me, ainda asim, de certa maneira agredida. também consigo, neste tempo de pausa, ver a posição do outro, de várias maneiras. da minha e de outras perspectivas e consigo perceber que também o outro precisa de tempo para pensar melhor nas questões que lhe ponho e que são também estas, novidade para ele. 


voltando à assertividade, sim, porque era esse o tema, deveria fazer parte daquilo que se ensina na escola desde o primeiro dia e até ao último! para se tornar um reflexo, algo automático, e cada vez mais integrado em nós. não é uma coisa fácil se se trata de relacionamentos, é complicadíssimo de fazer e é exactamente no relacionamento e do relacionamento que nasce a necessidade de se ser assertivos. ora bolas!!!! 

nas relações de afecto, sobretudo, sejam elas quais forem, ser-se assertivo é ver a situação, como escrevia num post lá atrás, da perspectiva do amor que se tem ao outro. é a única posição, seja qual for a situação, que garante a calma, serenidade e distânciamento necesários para se agir em vez de reagir. e a úníca que conheço da qual nascem soluções/resultados que trazem acima de tudo, paz a todos os envolvidos. 


não sabem como é que isso se faz?! fácil, vão aprender ora essa! ou as pessoas de quem gostam não valem o esforço?? e gostam delas? sim??????? ok....quem sou eu para julgar o que quer que seja....  have a very nice life folks. and a great day today! 




e riam-se! sim, porque se há coisa que eu poderia dizer a mim-mesma no fim desta tirada toda sobre a assertividade essa coisa seria exactamente algo como isto!!!!!! (não resisiti, tinha que colocar esta imagem aqui!) 



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e voltamos ao destralhanço!

14.08.13

sim, sim, destralhanço! é uma palavra assim meia feia mas na verdade é uma espécie de "limpeza & balanço". podem rir-se à vontade. é exactamente disso que se trata. disso e dos paralelos entre as actividades de limpeza físicas ( a casa, o carro, o escritório, a secretária, o raio da varanda que está sempre imunda!) e a limpeza interior. nem vou dizer limpeza da alma, apenas limpeza interior. de como a primeira e a segunda se reflectem uma na outra e vice-versa(sim, é um nunca mais acabar!!!!) 

 

meus caros amigos purista da linguistica, este blog não fará de todo o vosso deleite, mas divirto-me com as palavras e com as ideias que por vezes surgem, do nada, de palavras sem significado que podem ter muitos sentidos (pronto, ok, vou tomar os remédios). que remédio! 

 

dizia eu que a limpeza interior se reflecte na exterior e vice-versa, n'est-ce-pas? não acham? então reparem: quando nos separamos de alguém uma das primeiras coisas que fazemos não é limpar a casa de todo e qualquer vestígio dele? até do raio-do-perfume-que-se-nos-entranhou-na-roupa-que-tínhamos-vestida-ontem-quando-ele-nos-abraçou-tão-ternamente????? é, não é? é! e não acham que isso seja limpar a vossa alma também? ai, digo, não acham que isso é também limpar-vos por dentro?! é, não é? 

 

então, para que não nos voltemos a esquecer, aqui ficam as sugestões da Rita para o destralhanço. leiam e reflitam. Não acham mesmo que tudo isto se pode aplicar em mais do que um plano? eu acho.... :-)

 

 

- preocupa-te primeiro contigo, com as tuas coisas, com a tua tralha
- sê o exemplo a seguir, mostrando como a tua vida melhorou com o minimalismo
- estabelece limites; lá por teres desocupado uma gaveta da tua mesa de cabeceira, não quer dizer que o teu mais que tudo pode ocupar esse espaço com a sua tralha!
- respeita o espaço dos outros; não destralhes as coisas dele sem o seu consentimento (a não ser que sejam coisas que ele já nem se lembra que tem...)
- peda ajuda quando andares a destralhar as tuas coisas; pode ser que ele se entusiasme com as arrumações!
- fala com ele sobre estes conceitos do minimalismo, vida simples, abrandar - e mostra-lhe exemplos de pessoas reais que se tornaram muito mais felizes depois de terem abraçado este estilo de vida!

 

 

e pronto...bora lá destralhar

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"entre aspas"

13.08.13

e sem aspas, com todas as letras e a todas as cores e de todos os tamanhos. tamanhos meus, tamanhos teus, os que temos os que imagino, os que não sei ver. um passo, passinho de cada vez, agora tu, agora eu, numa dança, secreta e compassada, como vês. agora nós. agora aqui, agora já não. agora ali. ou talvez acolá. ou esta. aquela? será? tens a certeza? a outra? both? lol! e dançar, dançar dançar até cair e rir! agora já não dá. mas agora vamos lá outra vez. a onda é enorme, corre, corre foge!!!!! just take life the way it comes and never ever forget: a wild horse is a wild horse, and nothing will ever change that.  and a wild cat will only and always be a cat. wild, beautiful and gone just like that. 

 

ele há conversas sem nexo que fazem muito sentido. e conversas muito sentidas que não têm nexo nenhum. e palavras ditas assim, à toa e à solta, escritas num suspiro, que nos deixam mais tarde sem ar e sem chão. e sem pé. e sem nada. e outras vezes são apenas e tão só, TUDO. é mais ou menos como esta música. de que já nem me lembrava, não fosse a conversa de ontem à tarde com os pés na água, as tuas mãos a passear-me pelas costas e a miúda da camisa amarela intrigada a ver-nos rir à gargalhada! é tão bom por vezes apenas parar para ver a vida acontecer. sabendo que aconteça o que acontecer, somos inteiramente parte dela, somos parte de um todo perfeito e maravilhosamente bem escrito. além da criatura da noite, (do demo, ai o horror!!!!!) que nos fartámos de cantar, das sangrias, da santola e do escaldão, todos eles perfeitos.... ;-) quero dizer-te apenas, com todas as letras, sem aspas e com todas as cores que descobri no teu olhar: obrigada

 

e, como não podia deixar de ser, voltar a cantar aos gritos......e a dançar qual criatura endemoniada!!!!! ahahahahahahahahahaha (you promised never ever to tell!)

 

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Com sem tire ??

04.02.13

"Por vezes há que não consentir"

 

Dentro de contexto ou fora dele, a verdade é que eu não faço a menor ideia do que isto quer dizer.

 

 

Podia andar por aqui às voltas com significados,

reproduzir definições de dicionários, e tal e tal e tal.

 

Com sentir

Com sentimento

 

Afinal não concordo.

É preciso com sentir sempre.

E nunca Com sem ti ir.

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Love Recipe

30.01.13

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sobre estados de alma e outras insignificâncias... :)

"If you are lucky enough to find a way of life that you love you have to find the courage to live it."
John Irving



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No luxury and no comfort, no delight and no pleasure, no new liberty and no new discovery, no praise and no flattery, which we may enjoy on our journey, will mean anything to us if we have forgotten the purpose of our travels, and the end of our labours (Isaiah Berlin)


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