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no limbo

16.06.14

Já o disse, escrevi, repeti e senti inúmeras vezes. Aliás, muitas mais foram as vezes em que o senti do que as que não. Poderá até ser o leitmotiv da minha vida. Pertencer e fazer parte são coisas muito diferentes. Faço parte de uma família, de um grupo de amigos, de uma associação, etc...mas jamais pertenci. Não pertenço sequer à minha família. Somos presentes e amigos, próximos, solidários mas...tirando o sorriso, uma expressão ocasional e, claro, alguns traços em comum, não me revejo em nenhum membro da mesma. Somos tão diferentes e temos (tenho?) uma filsofia de vida tão diferente que jamais se pensaria sermos irmãos. Ou primos. Ou parentes sequer. 

 

Sinto-me diferente e quando olho para a vida vejo-me diferente. Sem juízos de valor. Mas sem encaixar. Muitos dos que me rodeiam são pessoas de sucesso numa ou outra área da vida, ou em várias. E eu também. Muitos dos que me rodeiam têm a coragem de viver a vida que escolheram viver. So do I. E no entanto...há em mim um vazio, ou um espaço, como uma falta sem nada me faltar...como se fosse uma peça que pertence ao puzzle, mas por alguma razão não encaixa... e, se bem que na maioria dos dias viva bem no limbo, há dias em que a diferença me pesa...

 

 

“She didn't belong anywhere and she never really belonged to anyone. And everyone else belonged somewhere and to someone. People thought she was too wonderful. But she only wanted to belong to someone. People always thought she was too wonderful to belong to them or that something too wonderful would hurt too much to lose. And that's why she liked him-- because he just thought she was crazy.” ― C. JoyBell C.

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sobre estados de alma e outras insignificâncias... :)

"If you are lucky enough to find a way of life that you love you have to find the courage to live it."
John Irving



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No luxury and no comfort, no delight and no pleasure, no new liberty and no new discovery, no praise and no flattery, which we may enjoy on our journey, will mean anything to us if we have forgotten the purpose of our travels, and the end of our labours (Isaiah Berlin)

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