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loving

02.09.13

neste tempo verbal inglês que tanto me apraz, que identifica aquela coisa que se está fazendo, se vai fazendo, que estamos a fazer agora...não se trata de amar abstractamente alguém, não. é estar, neste momento exacto a amar e dando já a indicação de que se vai continuar a fazê-lo, mesmo sem prazo...

se há gente que não saber fazer isso (amar) senão aos gritos, que não sabe dizer quero-te e preciso de ti senão com palavras horríveis e acusações infundadas, se há gente que não sabe de todo compreender, aceitar e assumir que gosta que aquele alguém goste dele(a), se há gente que em vez de acarinhar quem lhe quer bem bate, briga, grita e afasta a pontapé, que tem que transformar a outra pessoa (que se afasta porque não aguenta mais a pancada) na pior pessoa à face da terra, para conseguir conviver com o facto de essa pessoa já não fazer parte da sua vida e procurar outros caminhos...

há por outro lado gente que, com todos os factos na mesa, nos olha nos olhos e diz: "mesmo assim, eu quero ser responsável pelo teu sorriso" é impossível, quando se lida ainda, por vezes muito mal, com quem apenas nos pretende provocar dor e lágrimas (se não sabe fazer de outra maneira já não interessa, se fosse importante já tinha procurado aprender!) e nem percebemos já o porquê, não sentir por esta pessoa, esta, que nos quer fazer sorrir, uma ternura especial e profunda. se é amor? não, ainda não. se é bom? só quem passou por uma tremenda tempestade, tão grande que quase lhe roubou a vida, valoriza a calma (quase) permanente, agradecendo diariamente a calmaria...sim, é bom.   

é muito bom descobrir pessoas com quem partilhamos interesses e descobrimos coisas novas. é bom ter vontade de aprender o outro. se esse outro nos faz sorrir, é melhor, se nos faz rir à gargalhada, o resto do mundo até pode andar a fazer o pino...because...

 

 

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sobre estados de alma e outras insignificâncias... :)

"If you are lucky enough to find a way of life that you love you have to find the courage to live it."
John Irving



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No luxury and no comfort, no delight and no pleasure, no new liberty and no new discovery, no praise and no flattery, which we may enjoy on our journey, will mean anything to us if we have forgotten the purpose of our travels, and the end of our labours (Isaiah Berlin)

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