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multiply them, because

31.01.14

 

 

 

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revoluti♥n

31.01.14

tenho uma paixão por ficção. sobretudo ficção cientifica. filmes, séries e livros! adoro! houve alturas em que devorava os livros de bolso da EA, na praia. isso e Agatha Christie. parece-me até que só lia esse míticos livros com duas histórias cada na praia, reservando o verão para esse tipo de leitura e o resto do ano para tudo o resto. e sei porquê. porque esses livros eram "baratos" e não me custava levá-los para a praia enquanto que outros, mais caros, não se podiam encher de areia...coisas! 

 

mas, voltando à REVOLUTION: adoro a sério! só me lembro de ter seguido assim tão religiosamente a primeira temporada dos Ficheiros Secretos, já lá vão muitos e bons anos. era jantar, sair tomar café e voltar a correr para estar instalada no sofá assim que começasse. :-) o cão, na altura tinha um pastor alemão, o cão mais fantástico que tive até hoje, deitava-se aos meus pés e seguia a série, também, muitas vezes! 

 

tudo muda, muitas coisas se perdem e, confesso, o entusiasmo dos quarenta não é na maioria dos dias o mesmo dos vintes mas, em relação a coisas destas, é! aguardo cada novo episódio exactamente com o mesmo sentimento de há vinte anos atrás! e, para além de gostar infinitamente de uma série em que tudo pára de repente, gosto desta expectativa, desta coisa que fervilha em mim! a vida tem coisas muito boas! 

 

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gentileza e cortesia

30.01.14

em tempos em que todos enchem a boca para falar de valores, de respeito, de educaçao, da importância da imagem, da postura, parece-me bem lembrar estas duas palavritas: gentileza e cortesia. creio que ser ou não gentil nasce em parte connosco. mas também se aprende. como tudo na vida, pelo exemplo. a cortesia,a meu ver, já não virá tanto do coração mas da condição. deveriam estar na base da educação dos nossos seres mas infelizmente, nesta conjuntura estranha em que vivemos são as primeiras a ser atiradas às urtigas. tanto assim é que, quando alguém tem um verdadeiro acto de cortesia ou melhor ainda, de gentileza, não posso deixar de sorrir e, de certa maneira, sentir uma esperança renovada. pode ser um em poucos, mas haverá certamente olhos postos nesse gesto e não há professor como o exemplo...

 

 

Gentileza

1. Qualidade de gentil.

2. Graçaelegânciagalantariadonaireformosura.

3. Acção nobre ou distinta.

4. Amabilidade.

5. [Irónico]  Maroteira.

 

Cortesia

1. Qualidade do que é cortês.

2. Delicadezaurbanidade.

 in Dicionário Priberam da Língua Portuguesa [em linha], 2008-2013, http://www.priberam.pt [consultado em 30-01-2014].
.
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"La courtoisie est sœur de la charité
Saint François de Sales

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adiar - a dia - ar

22.01.14

tudo faz sentido em conjunto e em separado. é uma coisa que fazemos porque sim, porque não apetece, passa a oportunidade, deixa de ser importante, deixa de fazer sentido ou apenas para nos permitir respirar, encher o peito de ar e seguir. ou então é defeito mesmo e aí...pouco haverá a fazer. tenho por hábito adiar algumas tarefas, como limpar as caixas de entrada de e-mail e outras, com a desculpa de que quero ler antes de apagar. na realidade, só acabo por ter muito mais trabalho mais tarde porque na maioria das vezes, já nada do que deixei por ler me interessa quando lá chego...no entanto, há excepções. 

 

a 9 de novembro de 2012 escrevi a seguinte nota: sobre a generosidade, a gratidão, a solidariedade e outras coisas menores. lembro-me perfeitamente da ironia do meu sorriso ao escrever estas últimas palavras. na linha seguinte tenho: a educação, o respeito, a mentira e a lealdade. a amizade e os afectos. nunca cheguei a escrever sobre todas estas coisas como tinha pensado fazer. hoje, vá-se lá saber porquê, resolvi limpar várias coisas, papelada, tralha de todos os géneros, e também o bloco-notas do iPhone. hoje, também ao encontrar esta nota, a mais antiga de todas, lembrei-me da importância da lealdade e de como sou leal a pessoas que o não têm sido comigo. o que me leva a falar de educação, de respeito e também de uma outra coisa: valores. 

 

mas voltando a esta coisa da lealdade, que só por si já dava para um tratado, tenho a dizer que não compreendo que alguém que um dia dissemos amar, com quem partilhámos a vida por algum tempo, alguém que nos fez sorrir, rir, sonhar e é certo, também chorar, deixe um dia de merecer a nossa lealdade. se não a pessoa em si e tal como é hoje ou como age no presente, acho que devemos ser leais ao que foi a nossa vida em comum, curta ou nem tanto assim, mais ou menos íntima e jamais atirar voluntariamente para a lama a pessoa, seja em que circunstâncias for. reconhecer os defeitos da pessoa não implica nem que ela seja de repente um inimigo a abater nem sequer um inimigo. passou pela nossa vida, por momentos viveu connosco e, para mim, destratar essa pessoa, por mais que possa agir ou ter agido mal, é destratar aquilo que, a determinada altura, escolhemos viver com ela. 

 

tenho muito pouco de santa, mas acredito ser boa pessoa. não no sentido poético e patético da boazinha. mas acredito que há sempre muitas coisas boas nas pessoas, mesmo nas que apenas mostraram o seu pior ou trouxeram ao de cima o nosso pior ao passar pelas nossas vidas. isto é fruto, também da educação. da educação emocional. que não se faz com palmadas, castigos e recompensas mas pelo exemplo. felizmente, tenho e sempre tive à minha volta bons exemplos de gente sólida e ainda assim meiga, forte e ainda assim frágil, franca e por isso mesmo, doce. 

 

amigos e amigas passaram pela minha vida, namorados, marido, companheiro. entraram, iluminaram por momentos o meu caminho, partilharam o meu caminho de maneiras várias e saíram. de outras vidas, eu saí. todos foram importantes e por todos tenho um carinho especial. às vezes com saudades de quem não vejo há muito, outras vezes com compaixão, outras ainda com sentimentos que ainda me fazem cerrar os dentes e de que não me orgulho tanto assim, vou-me lembrando. e, quanto mais o tempo passa, mais ficam apenas os sorrisos e os abraços, os beijos, as ternuras, coisas boas, muito boas, que acarinho e espero nunca esquecer. 

 

e hoje, mais de um ano depois de ter decidido falar de generosidade, gratidão, solidariedade, educação, respeito, mentira, lealdade, afectos amizade e outras coisas menores, acho que consegui. se bem que falte dizer muito! tanto tanto, aliás! sou grata por todas as pessoas que entraram na minha vida até agora, por saber o que é  a lealdade, a amizade, o respeito e a generosidade ainda que muitas vezes tenha tido que provar ( e ver) os contrários para saber definir todas estas palavras e sentir tudo aquilo de que hoje sou capaz! 

 

 

 

 

a imagem é daqui e o texto que a acompanha vale muito a pena ser lido (está in english, of course). 

 

 

 

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where happiness lies

21.01.14

 

 

 

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ah o sol!!!!!

20.01.14

esse coisa mais preciosa que o ouro! voltou! um dia sem sol, é bom, assim com muito vento e muita chuva mas três dias seguidos a ver o sol desaparecer constantemente é um castigo demasiado grande! está frio (pelo menos eu acho) mas nada com um dia de sol para nos incentivar a fazer coisas. todas as coisas que precisam de ser feitas, a fazer listas de tarefas, a pegar nas tarefas e tirá-las do caminho....e tentar aproveitar pelo menos alguns minutos para partilhar este sol maravilhoso com alguém de quem se gosta muito...sim? bora lá! 

 

 

 

 

 

 

imagem: 

by brokendalek

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o plano

17.01.14

não tem que ser infalível, não tem que ser o melhor de todos os planos, pode ser imperfeito e pode até nem resultar como previsto por melhor que se tenha planeado, por mais complexa e elaborada que seja a sua composição mas, é preciso ter um plano. pelo menos um. porque, a partir do momento que se tem um plano, há metas, objectivos a atingir e portanto, movimento. mais uma vez, nada tem que ser perfeito, nem tem que bater certo à risca com o planeado (um bom plano, aliás, contempla falhas e desvios) mas havendo movimento, acaba-se o marasmo e o tédio e o rang-rang da nossa vidinha parada porque o país está parado, a sociedade está parada e por aí fora. é preciso ter um plano. como disse antes, nem tem que ser perfeito, mas tem que existir. sem plano, sem objectivos, sem destino, a nossa vida passa a enrolar-se cada vez mais no marasmo da própria inactividade, puxando por mais inactividade e por menos vontade de fazer. por isso, façam planos! 

 

não, também não tem que ser nada complicado nem abrangente! pode ser um plano a nível profissional, pessoal, de relacionamento, pode ter a ver com filhos, família, amigos! é um plano de cada vez. e pode até ser planear aprender a planear as refeições da semana, planear um fim-de-semana maravilhoso, eu sei lá! o que interessa é seguir todos os passo do plano: definir o objectivo final, objectivos intermédios e como chegar a cada um deles. a execução, neste caso, é mais importante que conseguir ou não o objectivo final exactamente como previsto, sem falhas, perfeitinho... porque é praticando as acções que permitem executar o plano que aprendemos, na maioria das vezes, falhando... :-) e, já dizia o Beckett falhar não é um problema. o problema é não voltar a tentar! Ever tried. Ever failed. No matter. Try Again. Fail again. Fail better. porque é mesmo assim, podemos voltar a falhar, mas não da mesma maneira, ou não no mesmo sítio. e com isso, teremos a prendido a fazer bem e, fazer bem, é ter menos trabalho para melhores resultados. por isso, façam planos. 

 

castelos no ar não são planos. planear uma viagem de sonho à volta do mundo quando se ganhar o euro-milhões não é um plano, é sonhar de olhos abertos e cérebro desligado! um bom plano é aquele em que os objectivos são fixos mas a forma de os atingir flexíveis, um bom plano, é exequível, no sentido em que pode ser cumprido. de nada serve definir objectivos que sabemos à partida serem irreais! por exemplo? por exemplo isto: "durante o mês de Janeiro vou criar o hábito de caminhar meia hora todos os dias". Aqui está o perfeito exemplo de disparate! 

 

primeiro: o mês de Janeiro é, por excelência, um mês em que andamos devagar, todos. fazem-se balanços nas empresas, inventários, fechos de ano e por aí fora e há, regra geral, um acréscimo de tarefas monótonas. depois, é um mês de contenção financeira (ninguém disse  ou está a dizer que caminhar custa dinheiro) e a maioria das pessoas sente-se menos inclinada a mexer-se quando não pode gastar, é como se tivessem deixado de ter a cenoura à frente do nariz...segundo: Janeiro é inverno, no inverno chove. a não ser que tenha um gosto particular por caminhar à chuva e tendo em conta as probabilidades de haver chuva em Janeiro, é muito certo que não consiga caminhar todos os dias. terceiro: criar um hábito não se faz de um dia para o outro nem se faz sem falhas, é preciso repetir e repetir e repetir a coisa, muitas e muitas vezes com esforço, até que se torne um hábito; ainda assim, muitas vezes, o que queremos considerar um hábito não passa durante meses de uma rotina auto-imposta. sendo realista, quem é que consegue obrigar-se durante um mês frio e escuro como o de Janeiro a ir caminhar todos os dias de madrugada durante meia hora ou perder-se na escuridão e cansaço do final do dia durante meia hora para manter um objectivo? ninguém. ok, sendo justa, muito poucos! 

 

mas, se o objectivo for "durante o mês de Janeiro pretendo criar o hábito de caminhar, fazendo-o pelo menos três dias por semana durante meia hora", talvez este objectivo já seja exequível para muitos e não apenas alguns. ainda estamos a falar do mesmo objectivo? sim, ainda queremos criar o hábito de caminhar. mas estamos a ser flexíveis na forma e no tempo necessários para o atingir, tal como estamos a ter em conta factores externos que não dependem de nós e a prever eventuais falhas. é mais provável que não chova durante três dias numa semana do que ter uma semana inteira sem chuva em Janeiro. é mais fácil nos motivarmos três vezes do que sete numa semana para caminhar, sobretudo se é um hábito que não temos de todo, e por aí fora...portanto, façam planos! mas façam planos felizes e não se esqueçam que do plano, também fazem parte a celebração dos pequenos sucessos e as falhas...os atrasos e, pasmem-se, até as mudanças de planos! 

 

 

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conceitos, preconceitos e acertos.

14.01.14

diz a sabedoria popular que "pássaros da mesma plumagem voam juntos" o que, resumidamente quererá dizer que gente que tem os mesmos valores, gosta das mesmas coisas ou tem as mesmas qualidades, ou falta delas, gosta de se dar e dá-se, regra geral, muito. não digo bem, mas digo muito. pode então a observação confirmar o conceito: se temos determinada ideia de uma pessoa e ela mostra (ou se deixa ver) com um tipo de pessoa idêntico com frequência, são pássaros de plumagem idêntica. 

 

e este é o preconceito: nem sempre isto é verdade se bem que "diz-me com quem andas dir-te-ei quem és" raramente falhe. mas falha. e algumas vezes falha porque, um dos pássaros achando que é superior ao outro, usa jugo desigual para seu benefício. coitado do pássaro "inferior" muitas vezes nem sabe como foi usado...

 

a vida, pode tardar mas nunca falha e acerta sempre tudo. não gosto particularmente de expressões "abrasileiradas" mas esta de facto, é certeira. 

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that's it!

11.01.14

 

 

 

and be aware that, at some point, you'll have the worst of me, too. 

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oh dear!

07.01.14

já lá vão sete! sete dias deste novo ano e eu com tudo atrasado! nada de resoluções postas em prática (também não são muitas e são de implementação faseada), nada de alterações radicais, nada. o ano de 2014 parece ser apenas o seguimento de 2013, sem quebras. talvez por isso as coisas me pareçam tão "as usual". ou talvez não se note, na maioria das pessoas, o entusiasmo que havia noutros anos em Janeiro, ou talvez eu já não me dê com tantas pessoas como antes e não tenha por isso direito aos prolongados votos de bom ano e ache que tudo está na mesma. 

 

seja como for, 2014 é um bom ano. é um ano par. termina em 4. é um ano novo, ainda limpo e livre e é assim que o pretendo manter. mas tenho que me organizar, sair do slow-motion-mode ainda que este tempo só convide à preguiça e aproveitar cada segundo deste ano para sorrir e fazer sorrir. sendo que é este o único e verdadeiro objectivo: criar uma vida que me (nos) faça sorrir. ( e aninhar-me muito!)

 

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sobre estados de alma e outras insignificâncias... :)

"If you are lucky enough to find a way of life that you love you have to find the courage to live it."
John Irving



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No luxury and no comfort, no delight and no pleasure, no new liberty and no new discovery, no praise and no flattery, which we may enjoy on our journey, will mean anything to us if we have forgotten the purpose of our travels, and the end of our labours (Isaiah Berlin)

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