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sintonia

25.09.13

não há como fugir! de costas viradas há séculos ou de mão dada, há entre estas duas alminhas um fio de ligação que não quebra nem por mais uma! e quando acontecem coisas destas, só vem confirmar o mais que confirmado! antes, achava que era uma espécie de sinal. agora? estou-me nas tintas para estes sinais. aceito os factos e sigo sem sequer voltar a olhar para eles. mas era impossível passar por cima do assunto! não deixa de ser curioso ( e para mim de certa maneira incompreensível ) que tenha escolhido o dia 24 de Setembro. Mas há de facto gente que tem uma noção pouco clara da importância de certas coisas. Eu consideraria isso uma afronta. mas, cá está, a mim as coisas não me passavam ao lado, não ficava calada e não aceitava, simplesmente...seja como for, fica a nota de que escolhemos o mesmo dia para retomar certas coisas. ironias, ironias...ou sintonias! 

 

e voltou a minha chuvinha..... 

 

:-)

 

 

PS: publicar um post no dia 25-09 às 09:25 sem ser de propósito tem o seu quê de graça....

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os ciclos desta vida

16.09.13

quando eu era pequena, era da primária para o ciclo. agora já nem sei bem o que lhe chamam...mas não é isso que interessa. interessa que, ao entrar para o 6º ano, o meu filhote entra, também, para a quarta escola da vida dele. caramba, não querendo dar muito nas vistas à frente dele, a verdade é que é duro andar sempre a mudar! e sei muito bem do que falo! 

 

se por um lado tento ver tudo isto como uma unvaluable (acho que não sei dizer isto em português!) experiência de vida, tenho que ver que os créditos ganhos agora, ou ao longo dos últimos 4 anos, só lhe serão válidos daqui a muitos outros e por enquanto, a única coisa que ele tem são colegas novos, professores novos, salas novas, regras novas...tudo novo e cada vez menos fácil. tem a sorte de ter uma cabeça que parece funcionar sozinha, o que facilita, mas, ao contrário do que eu esperava, produzi um filhote ansioso...coitadinho! há três dias que tem dores de barriga...calado. jamais se queixou ou queixará, por mais difícil que a nossa vida tenha sido/seja/venha a ser. se o termo "miúdo de ouro" se aplica a alguém , o T. merece-o sem dúvida e à grande! 

 

eu não estudei cá. a azáfama de livros escolares, materiais que só se podem comprar à medida das directivas/exigências dos professores das respectivas disciplinas e outras especificidades de um país onde os pobres (de espírito) se insurgem contra a forma como o Estado resolve repartir/ atribuir-lhes os subsídios, onde até ao primeiro dia de aulas não há professores para todos os alunos, onde não se sabe ainda exactamente qual o horário e muitas outras coisas...já nem vou dizer que tudo isto me confunde. direi apenas que tudo isto ultrapassa o meu entendimento. eu estudei num país de ricos. é verdade. se bem me lembro, em cerca de doze anos de escola(s) comprei dois livros. os restantes eram alugados à escola por um valor fixo mensal e, se estragasse, tinha que pagar novo. os materiais? quando não houvesse na escola tudo ou aqueles que nos serviam também para "casa" não mudavam de apelido de professor em apelido de professor e como, tal, era possível, durante as férias escolares, em qualquer horário que desse jeito aos pais, recolher junto da secretaria a lista de materiais e fazer as compras sem pressas, repartindo até, se necessário fosse, os custos por dois ou três meses. mas isto...é outra conversa! 

 

hoje, 16 de Setembro de 2013, desejo-te, meu filho lindo, que o dia corra maravilhosamente bem e que esta nova escola "se porte muito bem", que os colegas sejam simpáticos e que o teu dia seja repleto de calor (humano), luz, alegria e boa disposição. até no horário (provisório) és um miúdo cheio de sorte, que isto de ter a segunda e a sexta à tarde livres não é para todos! amo-te miúdo lindo! good luck! e desejo do fundo do coração que tenhas lugar na equipa de vela!!!!!!!!!

 








"I just heard, from a little bird
That there's someone who needs to unwind

So I'll pave the way, for a bright sunny day
I just need to know what's on their mind?

First Day at the new school........Oh right! 

Good luck from the lucky duck even if you're really stuck
Don't have a heart attack better not give a quack
I'll tell you what I'll do, I'll send all my luck to who.........?

T.......That's you

I'm all you need, I'm certain you will succeed
Now that you've heard this song, sung just for you
So I'm your feathered friend, so let us hear once again
What's this big thing that they'll have to do........?

First Day at the new school........Oh right! 

Good luck from the lucky duck even if you're really stuck
Don't have a heart attack better not give a quack
I'll tell you what I'll do, I'll send all my luck to who.........?

T. ...That's you

I just heard, from a little bird
That there's someone who needs to unwind

So I'll pave the way, for a bright sunny day
I just need to know what's on their mind?

First Day at the new school.......Oh right! 

Good luck from the lucky duck even if you're really stuck
Don't have a heart attack better not give a quack
I'll tell you what I'll do, I'll send all my luck to who.........?

T. ........Good luck from the lucky duck!!!!"

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ele há filmes

11.09.13

e filmes. e há também coisas muito estranhas. 

 

geralmente, uma ida ao cinema, transforma-se numa soneca desajeitada e desconfortável e a maioria das vezes prefiro ver os filmes em casa. a duração média dos filmes é, para mim, demasiado tempo passado sem fazer nada, digo fisicamente, e a imobilidade e silêncio a que o cinema obriga dá-me sono! 

 

por outro lado, há temas que, seja no cinema seja na literatura, exposições, palestras e outros de que se possam lembrar, eu evito a todo o custo. aliás, nem evito, nem é algo completamente racional, por isso digo muitas vezes que devo ter sido vítima do holocausto noutra vida, por exemplo. porque a segunda guerra mundial aflige-me. tanto assim que recusei estudar esse período sangrento da nossa história, ainda na escola, não li nem tenho curiosidade em ler o Diário de Anne Frank, coisa que parece impossível a quem acha que sou uma devoradora insaciável de livros mas devoradora mesmo, tipo monstro das bolachas, que desde que seja redondo come tudo....

 

bem, tudo isto para dizer o quê? para dizer que, numa altura em que me debruço particularmente sobre certos assuntos, acontece uma coisa muito estranha, aliás duas coisas estranhas: a primeira, é que me apetece muito ir ver um filme ao cinema. a segunda é que o filme é este: 

 

 

sei apenas com toda a certeza dizer-vos o seguinte, para o facto de eu querer muito ver este filme, contribui bastante esta imagem. o cartaz chama por mim como quem sussurra baixinho o meu nome. o que é infinitamente estranho. não é alheio ao facto de o querer ver no cinema achar que me vai tocar para lá daquilo que estou à espera e preferir não estar sozinha para o ver. por outro lado, não o quero ver com ninguém muito próximo...digam lá que eu não sou a simplicidade em pessoa!!! e pela primeira vez em muitos anos, quem sabe, até vá à ante-estreia... :-)

 

para não faltarem razões para ver o filme, encontrei este comentário, que se chama "A banalidade do Mal", que já por si tem muito por onde nos deixar a pensar e que é com prazer que partilho aqui convosco. será ou não por acaso que apenas agora percebo que hoje  é dia 11 de Setembro. 

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lentamente...

10.09.13

o Verão começa a despedir-se. já se nota, já se vê (cada vez menos) e já cheira a fim de estação. gosto muito do Verão. adoro calor! mas há um je-ne-sais-quoi no Outono que faz com que seja a minha estação favorita (algumas estações de comboio italianas também são das minhas favoritas, embora tenha pouco a ver...ou terá?). é tempo de voltar para casa, de nos voltarmos para dentro, e se há coisa de que eu gosto é de mimos e de estar em casa. como os gatos, gosto de sair, ir dar uma voltinha, ver o mundo cá de cima do muro, sobretudo naquelas horas incertas e depois, voltar, como o Outono se instala, lenta mas seguramente, sem vestígios de pressa. 

 

foi neste fechar de estação que percebi que há caminhos que não pretendo voltar a trilhar. não estou a abrir mão de nada. simplesmente, uma vez que a vida é feita de patamares, passei para outro patamar. oh L.! não me venhas cá com coisas! não é nem acima nem abaixo, é outro! já te disse, dançar até não poder mais? sim! beber? até te perder de vista?! nops! não me lembro da última vez que o fiz e não me apetece. mas, receber e visitar amigos? cozinhar com amor e carinho, com vontade, com gosto, receber com prazer e alegria, demorar um dia inteiro a preparar um jantar? SIM!! passar uma semana inteira a pensar no prato, no vinho, nas entradas e tal...oh sim! sim!!sim! e depois café e digestivo, fora ou dentro em boa companhia...sim, disto eu gosto, disto eu não me canso e jamais me cansarei. 

 

um restaurante novo? com certeza! cinema? nã, nem por isso, geralmente mal me sento, adormeço! teatro? já fui. já vi. ah! esse ainda não, vamos! e ir ao mercado, ao sábado de manhã. e trazer um cesto colorido, de aromas e sabores e promessas apenas secretas de novos e doces prazeres...e os livros! e escrever metros e metros de fantasia...eu sei que é preciso destralhar mas juro, sim, eu juro, que os livros se multiplicam sozinhos! se não é isso, sou sonâmbula, porque nesta casa, em pouco mais de dois meses, cresceram mais de vinte livros nas prateleiras. sendo que só não li três deles...e acima, de tudo, pelo canto do olho, como quem não está a dar por nada, ver que o meu filho se está a tornar no mais fantástico dos rapazinhos...e, ao contrário de tudo quanto seria de esperar, ficar genuinamente feliz que tenha aprendido tanto contigo...e então, lá do fundo de onde vêm as coisas boas, desejar que o Outono te traga calor e abrigo em forma de sorriso. e virar novamente a página, agradecida pelo privilégio de ser mimada pela vida. 

 

há uns bons anos atrás, encontrei um texto que falava de como o esperar sem estar à espera, este lento suspirar por alguém sem muitas vezes saber bem quem, este desejar sem nome, (longing, em inglês) era uma coisa marcadamente feminina e como as mulheres se prestavam a fazê-lo como se estivessem muitas vezes não apaixonadas ou desejosas da pessoa mas da própria ideia de ter alguém por quem esperar, aguardar, suspirar...durante muito tempo fui pouca dada a romantismos, os filmes que faziam ou outros chorar faziam-me rir e não percebia muito bem duas coisas maravilhosas que hoje entendo, sinto e pratico de alma e corpo e coração: a ternura e a fragilidade. (isso, sim, ando por aí armada em coitadinha, a fazer olhinhos de cão triste e a lamber as patas dos cães e a queixar-me da minha vidinha...! tenham dó!) 

 

é tão bom praticar a ternura! a ternura do sorriso, do abraço, do olhar que se demora...serei lamechas se o for não deixar de tocar em quem se gosta, levemente, com carinho, numa carícia que o não é, mas diz "gosto de ti" baixinho. ou então serei áspera e azedinha....assim quase quase "colherzinha ferrugenta"...ou serei um ser frágil e delicado, que se deixa levar pelos ventos de todos os lados, a eterna coitadinha, para quem a vida era tão melhor quando...seria tão mais feliz se...não, meus caros, não é desta fragilidade que se trata! mas daquela que dá espaço ao outro para ser...é assim com o Outono, um recolher de garras quase furtivo...e mais não digo. 

 

 

 

 

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closure

04.09.13

its when u both know why it has ended.there is no more questions to be asked and there isn’t anything left to say. its whereurcomfortable as to how things ended. weather it hurt or not u know the reason and understand it.

 

Do not worry about closure or what people tell you to feel like. Its just a buzzword. If you never want to see a person again, then dont. If you want to see them again, then do. You will know what to do, and if you make a mistake and see them again when you shouldn't, who cares? It might hurt for a little while, but you will get over it. Life is too short to be burdened by whether or not everyone has the "closure" they want.

 

Sometimes, I think, this is where I want to be. 

You know you have closure when you can seriously look at him even in the eyes and tell yourself I don't need him anymore and mean it. When you can look at him and not feel what you used to. Feel about him like you would to a stranger.

 

But, I know this is where I will always be... 

Unconditional love is not what you may think. To love someone unconditionally means you cannot look to the other person to define it in any way. Yet that is what most of us do. Most of us look at the object of our love to define it.

Let me explain. Ask the average person why they love their spouse, boyfriend, or girlfriend and they'll say things like, 'Because she is pretty, smart, a good listener, a hard worker, she makes me feel special, and so forth and so on.' This automatically puts conditions on it. He is defining his love based on what the other person is or is not. This is conditional! If those things change so will the love.

This is why it is so easy to 'fall in love' and then fall out of it too. This is not unconditional love.

Most people, when they speak of unconditional love, they speak circumstantially. What they mean is, 'I'll love you no matter what life brings our way'. This is noble and honorable, and something I hope is true. But it is not unconditional, because they are still defining it based on who the other person is or is not.

 

Unconditional love is defined on you, not the object. If you love someone because you have it in your heart, it won't matter if the other person is smart, makes you feel good, is good looking, or is a hard worker. You'll love that person because your heart is filled with it. This is true unconditional love.

 

For the unconditional to truly be unconditional, there must be no conditions on which you base your love. The only way to do that is to define it from within you to out, not from someone else to in. It isn't based on how you feel about someone. Feelings are always conditional, because feelings and emotions are products of impact outside stimuli. You won't always feel love, but you can always love.

 

 

começo a perceber como é possível amar, de maneiras diferentes e o porquê de se fazer uma distinção entre “amores” ou melhor dizendo, formas de amar. não deixei nem deixarei jamais de Te amar. haverá sempre um lugar no meu coração para uma pessoa que foi a maior e melhor lição da minha vida.Com quem vivi os melhores e piores momentos dos últimos dez anos. Até hoje. Hoje, descobri que é possível encher um copo que já estava cheio. Hoje acredito que será possível Amar, sem medidas, de diferentes maneiras não tendo obrigatoriamente uma delas que colidir com a outra. Obrigada R. 

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...e cortei o cabelo!

03.09.13

sempre achei que há idades para tudo! adoro o meu cabelo mas...confesso, já estava demasiado comprido. se isso me incomoda? há poucas coisas de que eu goste mais do que de sentir o cabelo a "varrer-me" as costas helás... tenho esta mania ou chamem-lhe o que quiserem, de achar que à medida que o tempo passa, algumas coisas deixam de fazer sentido. não consigo conceber que mãe e filha por exemplo, tenham um corte de cabelo idêntico se afinal pertencem a gerações diferentes! como também ainda não percebi esta coisa de, em Portugal, não se conseguir distinguir uma loja de roupa para adolescentes/jovens adultos de uma loja de roupa para "mulheres".  ;-)  

 

francamente, se aos 40 anos tiver que comprar o mesmo tipo (entenda-se qualidade) de roupa que comprava aos 20, com uma mesada mais ou menos pequena...algo está mal. e nem é só isso, há coisas que realmente só fazem sentido aos 20, algumas até aos 30 e depois, sinceramente, apenas expõem algumas rugas e flacidez, por mais que a pessoa esteja ou tente manter-se em forma e, isso é muito triste...o que não implica que não se possa ter estilo! mas estilo não é certamente querer vestir/pentear/viver como as miúdas de 20 aos 40. será? 

 

sempre disse que quando fizesse 40 anos cortava o cabelo. demorei uns bons meses, mas lá lhe dei um corte necessário! com isso, pasmem-se, além de ter o cabelo com um aspecto muito mais saudável, sem pontas ressequidas da tinta e do calor, rejuvenesci!!! a sério, pareço mais nova. ou pelo menos, deixei de ter aquele ar de quem "tenta prolongar uma juvenude ida"...não, não era uma coisa gritante, mas sinceramente, já era mais do que tempo de "destralhar" o meu cabelo! lá se acabam as máscaras prolongadas, os banhos de hidratação e o diabo a sete! 

 

aos 45, deixo de pintar o cabelo e corto-o relativamente curto. isto se não lhe voltar a fazer um corte "à la garçonne". veremos. mas por ora, tenho um cabelo lindo, um corte limpo e com isso sinto-me leve, linda e graciosa! boa? até porque, não tenho deixado muito por fazer.... 

 

yes, I am...

 

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loving

02.09.13

neste tempo verbal inglês que tanto me apraz, que identifica aquela coisa que se está fazendo, se vai fazendo, que estamos a fazer agora...não se trata de amar abstractamente alguém, não. é estar, neste momento exacto a amar e dando já a indicação de que se vai continuar a fazê-lo, mesmo sem prazo...

se há gente que não saber fazer isso (amar) senão aos gritos, que não sabe dizer quero-te e preciso de ti senão com palavras horríveis e acusações infundadas, se há gente que não sabe de todo compreender, aceitar e assumir que gosta que aquele alguém goste dele(a), se há gente que em vez de acarinhar quem lhe quer bem bate, briga, grita e afasta a pontapé, que tem que transformar a outra pessoa (que se afasta porque não aguenta mais a pancada) na pior pessoa à face da terra, para conseguir conviver com o facto de essa pessoa já não fazer parte da sua vida e procurar outros caminhos...

há por outro lado gente que, com todos os factos na mesa, nos olha nos olhos e diz: "mesmo assim, eu quero ser responsável pelo teu sorriso" é impossível, quando se lida ainda, por vezes muito mal, com quem apenas nos pretende provocar dor e lágrimas (se não sabe fazer de outra maneira já não interessa, se fosse importante já tinha procurado aprender!) e nem percebemos já o porquê, não sentir por esta pessoa, esta, que nos quer fazer sorrir, uma ternura especial e profunda. se é amor? não, ainda não. se é bom? só quem passou por uma tremenda tempestade, tão grande que quase lhe roubou a vida, valoriza a calma (quase) permanente, agradecendo diariamente a calmaria...sim, é bom.   

é muito bom descobrir pessoas com quem partilhamos interesses e descobrimos coisas novas. é bom ter vontade de aprender o outro. se esse outro nos faz sorrir, é melhor, se nos faz rir à gargalhada, o resto do mundo até pode andar a fazer o pino...because...

 

 

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sobre estados de alma e outras insignificâncias... :)

"If you are lucky enough to find a way of life that you love you have to find the courage to live it."
John Irving



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no thing

No luxury and no comfort, no delight and no pleasure, no new liberty and no new discovery, no praise and no flattery, which we may enjoy on our journey, will mean anything to us if we have forgotten the purpose of our travels, and the end of our labours (Isaiah Berlin)

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